Edições anteriores

  • Movimentos Sociais e Agentes Históricos: Afetos, Resistências e a Construção de Saberes na Contemporaneidade
    v. 2 n. 1 (2026)

    A Revista Nzinga: Diálogos acadêmicos e lutas sociais dos movimentos negros, periféricos, indígenas e mulheristas e Comissão Organizadora da Semana de História-UNILA 2025 realizam a elaboração do Dossie com o tema “Negros(as) e Indígenas como Agentes Históricos: Formas de Resistência na América Latina nos Séculos XX e XXI’ emerge em um contexto em que discentes de História organizam-se para exigir visibilidade a vozes historicamente silenciadas pela universidade. Destacam-se assim as múltiplas estratégias de resistência criadas por negros e indígenas nesse período.

    Busca-se, ainda, lutar pelo reconhecimento de que a História transcende os livros didáticos, manifestando-se também na música, literatura, poesia, religiosidade e demais práticas de preservação do conhecimento marginalizadas pela academia.

    Essa perspectiva revela como formas não acadêmicas de preservação histórica podem transformar realidades sociais sem ou com poucas de perspectivas de melhoria. Evidencia-se, assim, a possibilidade de populações negras, indígenas e periféricas ocuparem espaços secularmente reservados à branquitude.

  • Movimentos Sociais e Agentes Históricos: Afetos, Resistências e a Construção de Saberes na Contemporaneidade
    v. 1 n. 1 (2025)

    Dossiê Temático: "Movimentos Sociais e Agentes Históricos: Afetos, Resistências e a Construção de Saberes na Contemporaneidade"

    A revista Nzinga, em sua primeira edição, convida pesquisadoras(es), professoras(es) e ativistas a submeterem artigos inéditos para o dossiê temático “Movimentos Sociais e Agentes Históricos: Afetos, Resistências e a Construção de Saberes na Contemporaneidade”.

    Este volume busca reunir reflexões críticas sobre as dinâmicas dos movimentos sociais na atualidade, destacando o papel dos afetos, das lutas coletivas e das epistemologias insurgentes na transformação das estruturas sociais. Interessa-nos discutir como as emoções, as memórias e as práticas de resistência moldam identidades políticas e produzem conhecimento em contextos de desigualdade e opressão.

    Eixos temáticos de interesse (não exclusivos):

    • Afetos políticos e mobilizações coletivas;

    • Memória, narrativas e a construção de histórias dissidentes;

    • Movimentos antirracistas, feministas, LGBTQIA+, indígenas e suas epistemologias;

    • Arte, cultura e ativismo como formas de resistência;

    • Educação popular e pedagogias decoloniais nos movimentos sociais;

    • Redes de solidariedade e ações comunitárias em tempos de crise;

    • Interseccionalidade e novas subjetividades políticas.

    Prazos e orientações:

    • Submissões até: 31/05/2025

  • ANAIS DA SEMANA ACADÊMICA DE HISTÓRIA UNILA 2022: Narrativas Transfronteiriças na América Latina
    v. 1 n. Publicação Especial

    Aconteceu, nos dias 07 a 09 de novembro, no Jardim Universitário, a Semana Acadêmica de História da UNILA - 2022; evento organizado por discentes e docentes da área de História, que contará com conferências, mesas-redondas, apresentações culturais, sessões de comunicação e minicursos.

    O evento é gratuito, aberto a toda comunidade, e perfaz 20h de atividades. As atividades presenciais serão realizadas no Jardim Universitário; as atividades remotas, como sessões de comunicações, serão realizadas em plataforma virtual (Google Meet).

    O evento visa promover reflexões e debates acerca das narrativas transfronteiriças na América Latina, pensando os diferentes fluxos culturais e a pluralidade de experiências para além das fronteiras nacionais, a partir das diferentes linguagens mobilizadas por sujeitos históricos (individuais ou coletivos) na sua historicidade. A região da tríplice fronteira é o ponto de partida para esses debates interdisciplinares que se conectam à multiplicidade de travessias, circulações culturais e deslocamentos que marcam a história da América Latina.

    1 RESUMOS DE COMUNICAÇÕES
    1.1 O conceito de "revisionismo histórico" na historiografia das fronteiras do Prata entre o nacionalismo e o transfronteiriço
    1.2 Victor Jara e a Revolução Latino-Americana: a canção engajada chilena entre ditaduras e democracias
    1.3 A construção de uma rede de conhecimento do Império Português Setecentista - as contribuições de Hipólito José da Costa como viajante naturalista
    1.4 Nunca Mais: os lugares de memória das ditaduras civis-militares do Cone Sul, entre conexões e especificidades
    1.5 Entre Ensino de História e a Lei 11.645/2008: relatos de experiências da residência pedagógica de História da UFAC
    1.6 Sociedades e pessoas ameríndias, africanas e afro-americanas na base de dados Brasilihs
    1.7 Observatório de Gênero e Diversidade na América Latina e Caribe: mapeamento da violência de gênero na fronteira Brasil, Argentina e Paraguai
    1.8 A relevância do Rio Congo para o desenvolvimento do reino do Kongo, e a sua importância como plano de fundo das relações entre esse reino africano e os portugueses
    1.9 Fronteira uma leitura comparatista: fronteira a degradação do outro nos confins do humano e violência doméstica e mulheres na fronteira de Foz do Iguaçu

    2 RESUMOS DE MINICURSOS
    2.1 A Imprensa como fonte de pesquisa histórica: conhecendo e usando as ferramentas do acervo digital do Jornal O Globo
    2.2 O papel latino-americano na narrativa da guerra às drogas: um padrão racialista-colonial desnudado
    2.3 Na oficina tipográfica: questões e procedimentos teórico-metodológicos no uso dos jornais na pesquisa histórica
    2.4 O que é e como realizar pesquisas em teoria da história e história da historiografia